Grindr, app de relacionamento gay, agora é metade chinês

Metade não, mais da metade! Beijing Kunluh comprou 60% do aplicativo por 384 milhões de reais.

Parece que os chineses sabem investir no que dá retorno, não é mesmo?
Não importando orientação ou objetivo, a chinesa Beijing Kunluh deixou de lado o histórico homofóbico de seu país – hoje um pouco mais tolerante, mas ainda com sérias restrições – e adquiriu por mais de US$ 95 milhões mais da metade do Grindr.

É a primeira vez que o famoso aplicativo de relacionamento gay recebe investimento estrangeiro, garantindo seu espaço na Ásia, recentemente disputado por outro gigante: o Hornet. “Nós aceitamos esse investimento pois esse é o momento de expansão em todo o mundo. Para que possamos crescer e otimizar nossos serviços, especialmente na Ásia e Oceania, trouxemos para nosso lado uma empresa que realmente entende de experiências mobile”, afirmou Joel Simkhai, fundador e presidente-executivo do aplicativo.

Grindr app relacionamento gay

Fundado no início de 2008, o grupo chinês Beijing Kunluh desenvolve e cria jogos para a web, transformando grandes plataformas digitais em soluções mobile, e foi pioneiro em levar o sucesso mundial Angry Birds a países asiáticos. Para o Grindr, que atua em mais de 190 países, a parceria com os chineses traz novas culturas dentro e fora do desenvolvimento do app, além de monetizá-lo no oriente. Segundo o New York Times, os 40% restantes da empresa serão adquiridos por Simkhai e os funcionários do Grindr.

Esse não será o único investimento externo recebido pelo Grindr, agora avaliado em US$ 155 milhões, garante o CEO e mais novo milionário (solteiro) do mundo.

Quem arrisca encontrá-lo no Grindr e abocanhar essa oportunidade!?

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